Como criar um cartão de fidelização no Apple Wallet e no Google Wallet (sem app)
Os passes de wallet são a superfície de marketing mais subaproveitada de um telemóvel. Os cartões de embarque, os bilhetes de concertos e os cartões de pagamento vivem ali, e o teu cartão de fidelização também pode viver, com o teu logótipo à frente e uma linha direta com cada cliente que o traz. Eis como funciona e como o configuras hoje mesmo.
O que é, afinal, um cartão de fidelização de Wallet
A Apple e a Google suportam passes digitais: cartões com a tua marca, campos que se atualizam ao vivo (como a contagem de selos), um código QR e presença opcional no ecrã de bloqueio. Quando atualizas o cartão no servidor, ele atualiza-se no Wallet de cada cliente automaticamente. Sem app, sem downloads, e o cliente não o pode perder.
O caminho de fazer tudo sozinho (e porque quase ninguém o segue)
Construir passes diretamente significa uma conta Apple Developer, um certificado de assinatura de passes, aprovação de emissor no Google Wallet, um servidor que fale os protocolos das duas empresas e infraestrutura de push para manter os cartões frescos. É engenharia a sério, o que é ótimo se fores uma companhia aérea. Para um café ou um salão, é um mês de trabalho a reinventar a roda.
O caminho de dez minutos
Um serviço como a Stampish trata dos certificados, servidores e atualizações, e a configuração fica assim:
- Regista-te com o nome e email do negócio. Durante o acesso antecipado é grátis, tudo desbloqueado.
- Dá a tua marca ao cartão. Carrega o logótipo, escolhe as cores, define a recompensa ("Compra 9 cafés, o décimo é por nossa conta") e o número de selos para a ganhar. Uma pré-visualização ao vivo mostra exatamente o que os clientes vão ver.
- Imprime o cartaz com QR que o painel gera, e põe-no junto à caixa.
- Diz o PIN à equipa. A equipa abre a página do scanner em qualquer telemóvel, escreve o PIN e carimba os clientes digitalizando o cartão.
Testa primeiro contigo: digitaliza o teu próprio cartaz, adiciona o teu próprio cartão, dá um selo a ti próprio. Ver o cartão a atualizar-se no teu bolso é o momento em que isto faz clique.
iPhone e Android, um só sistema
A mesma página de adesão oferece Adicionar ao Apple Wallet nos iPhones e Adicionar ao Google Wallet no Android. O mesmo design, os mesmos selos, o mesmo scanner. Nunca precisas de perguntar a um cliente que telemóvel usa.
O que fazer com o cartão depois de existir
- Publica banners. Uma mensagem curta na frente de cada cartão em cada Wallet, ao vivo em minutos. Menus novos, eventos, ofertas para dias fracos.
- Observa os números. O teu painel mostra os selos de cada cliente, a data de adesão e a frequência de visitas, para finalmente saberes se o programa funciona.
- Escolhe uma recompensa que dês de bom grado. Aqui está a matemática simples para a escolher.
Ainda a pesar isto contra cartões impressos? Lê primeiro a comparação honesta entre papel e digital.
Respostas rápidas
Um pequeno negócio pode criar o seu próprio cartão de fidelização no Apple Wallet?
Sim, sem escrever código. Construir os passes diretamente exige contas de programador da Apple e da Google, certificados de assinatura e um servidor, por isso a maioria usa um serviço como a Stampish que trata de tudo: adicionas um logótipo e uma recompensa, e o cartão fica ativo no mesmo dia.
Como é que os clientes adicionam o cartão ao Wallet?
Digitalizam um código QR no cartaz do balcão, escrevem o nome e o email, e tocam em Adicionar ao Apple Wallet ou Adicionar ao Google Wallet. Todo o processo demora cerca de dez segundos.
Como é que os selos chegam ao cartão?
A tua equipa abre uma página de scanner em qualquer telemóvel, protegida por um PIN, e digitaliza o QR do cartão do cliente. O selo aparece no cartão em segundos, esteja o cliente onde estiver.
